Ainda somos muito desiguais
O fator desigualdade no desenvolvimento humano continua a ser a pedra no sapato dos brasileiros
Marcus Eduardo de Oliveira é economista e professor de economia da FAC-FITO e do UNIFIEO. Especialista em Política Internacional pela (FESP) e mestre pela (USP).

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O fator desigualdade no desenvolvimento humano continua a ser a pedra no sapato dos brasileiros. Entre os países da América Latina, estamos na nona posição no ranking que mede essa desigualdade. Esse é o resultado do último estudo divulgado pela ONU-Pnud, com base em dados de 2006.
O IDH-D (Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade) que considera a renda per capita domiciliar; a taxa de alfabetização e os anos de estudos das pessoas de 7 anos ou mais e, o acesso a água potável e adequadas condições de higiene, destacando-se o acesso a banheiro nos domicílios, mostram o Brasil com um índice de 0,629, portanto, na condição de país de desenvolvimento médio (de 0,500 a 0,800).
Atrair e reter talentos: vitais para as organizações de TI
Conheça as quatro áreas-chave de gestão de pessoas que as organizações de TI eficazes focam
Ione de Almeida Coco, vice-presidente regional Latin America – Gartner CIO Executive Programs.

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Duas das tarefas mais importantes que um gerente tem que exercer bem em sua carreira são recrutar e demitir pessoas. Para contratar, deve saber do que a empresa precisará no futuro, pois não há treinamento que corrija contratação com perfil inadequado. E, para demitir, temos que nos lembrar de que todo mundo é bom em alguma coisa. Se alguém não foi bom em uma empresa/função, não significa que não pode ser ótimo em outra empresa/função.
As organizações de TI eficazes focam em quatro áreas-chave da gestão de pessoas: recrutamento, retenção, recompensas e reconhecimento. Na pesquisa anual do Gartner sobre agenda dos CIOs de 2009, apenas 56% dos CIO responderam que acreditam que têm as pessoas certas e com perfis necessários para atingir os seus objetivos.
Auditoria em Marketing e Vendas
Tipo de auditoria tem por finalidade analisar e diagnosticar todo o contexto comercial da empresa cliente

Consultor Ricardo Dorés. Foto: Divulgação
Ricardo Dorés – Bacharel em Direito, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos.
Este tipo de auditoria tem por finalidade analisar e diagnosticar todo o contexto comercial da empresa cliente. Se bem feito, identifica os pontos fortes e fraquezas operacionais do departamento de marketing e vendas e recomenda mudanças no modo como a empresa apresenta seus produtos ou serviços, com a finalidade de potencializar e implementar programas e ações de marketing mais eficazes.
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Cloud Computing pode significar País entre os Líderes de TI?
Cloud Computing mudará os paradigmas e muito ainda será desenvolvido neste modelo de negócios
Antonio Carlos Pina é líder técnico do projeto Cloud Computing da TECLA INTERNET, pertencente ao Grupo ALOG DataCenters.

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De 4 anos para cá, tem se ouvido muito falar a respeito de Cloud Computing. Em 2006, um conjunto de tecnologias foi compilada pela Amazon, em um modelo funcional, simples e acessível para leigos. E, da mesma forma que a Internet despontou para o mundo com o surgimento do navegador, a Amazon teve o privilégio de ser a primeira a entregar infraestrutura de TI como serviço (ou IaaS) para a sociedade e ser a primeira a usar comercialmente o nome Cloud Computing, apesar do termo “computação utilitária” ser discutido há décadas.
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O Brasil Digital e as Necessidades em Infraestrutura de TI
O ano de 2010 começou muito promissor para o Brasil de um modo geral e para o mercado de TI e Telecom em particular
Maurício Ruiz é Diretor para o Segmento Corporativo da Intel Brasil.

Maurício Ruiz. Foto: Divulgação
O ano de 2010 começou muito promissor para o Brasil de um modo geral e para o mercado de TI e Telecom em particular. Driblamos a crise com maestria, o número de lares equipados com PCs continuou na rota do crescimento, e empresas e governos retomaram seus planos de investimento com força total. O governo renovou a “Lei do Bem”, o que acelera a inovação e a adoção de novas tecnologias pelo mercado, e agora trabalha o Plano Nacional de Banda Larga e a Banda Larga Popular.
Terminamos o ano passado com 67,5 milhões de brasileiros acessando a Internet, de acordo com pesquisa do Ibope. Já a 5ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios 2009), realizada pelo CETIC.br, aponta que o número de lares com computadores cresceu de 25% para 32% no ano passado – o computador doméstico também ultrapassou a LAN House como ponto de acesso para a população.
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‘Nuvens’ mais acessíveis
Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil, destaca o poder da computação em nuvem para os negócios
Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil.

Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil. Foto: Divulgação
O cenário econômico, que nos últimos anos impôs novos desafios às empresas, tornou agilidade nas decisões, expansão geográfica e redução de custos palavras de ordem. A instabilidade financeira, que marcou 2009, acentuou ainda mais essas premissas e deixou claro que a competitividade e mesmo a sobrevivência das empresas depende da capacidade de alcançar esses objetivos.
Para aumentar a eficiência, o uso de TI é cada vez mais recorrente, mas a preocupação com os custos da área fez com que as corporações demandassem modelos diferenciados de aquisição de tecnologia. Nesse contexto, vem ganhando força o que ficou conhecido como computação em nuvem, ou cloud computing.
O conceito é simples: o que se propõe é que os recursos de tecnologia estejam disponíveis de acordo com a demanda. Uma analogia comumente usada, e que ajuda na compreensão, é o modelo de comercialização praticado no setor de energia elétrica, em que pagamos de acordo com o uso. Leia Mais
Comunicação interna nas empresas
As empresas estão cada vez mais investindo em novas ferramentas para se comunicar com seu colaborador
Clarice Pereira é jornalista, formada pela USP – Universidade de São Paulo e especialista em marketing, pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing. Atualmente comanda a LINK Portal da Comunicação (www.linkportal.com.br), assessoria de comunicação integrada, fundada há mais de 10 anos.

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Percebendo os recursos humanos como área estratégia para alcançar seus objetivos, as empresas estão cada vez mais investindo em novas ferramentas para se comunicar com seu colaborador. Mas afinal por que é importante investir na comunicação interna nas empresas? Em primeiro lugar, porque os funcionários são o primeiro público-alvo a ser envolvido nas ações das companhias. O quadro funcional deve ser informado sobre as atividades que acontecem e diretrizes que regem o seu local de trabalho, para que possa literalmente “vestir a camisa” do empregador. Manter uma eficiente comunicação interna faz com que os trabalhadores se sintam mais integrados no dia-a-dia da organização. Como consequência, saberão o quanto seu papel na organização é essencial e como é fundamental o desempenho de suas tarefas com mais eficiência.
Em segundo lugar, a empresa deve passar uma imagem de confiança ao seu público interno, para tanto, nada mais que justo, deve assegurar aos trabalhadores seus direitos trabalhistas, incentivá-los com plano de carreiras e manter um ambiente agradável e amistoso para que desenvolvam seu trabalho. Os empresários devem lembrar-se sempre que uma opinião negativa de colaboradores descontentes e mal informados pode causar danos irreparáveis à organização, pois em época de internet, mensagens instantâneas, Twitter, blogs e redes sociais, a “Rádio Peão” é o seu principal porta-voz. Leia Mais
Processo de Morphing x profissão de vendedor
A comunicação é mais eficiente quando estamos na mesma sintonia da pessoa com quem nos relacionamos
Paulo Aziz – consultor e palestrante da área de vendas.

Consultor e palestrante da área de vendas, Paulo Aziz. Foto: Divulgação
Nas reuniões em uma grande Indústria farmacêutica nacional onde trabalhei em São Paulo, o diretor de marketing, com o intuito de “motivar” a força de vendas, perguntava: “Vocês sabem quanto cada um de vocês custa para esta empresa?”. A resposta era um grande silêncio. E ele continuava: “Quando inventarem uma forma de vender que não precise de vendedores, será o dia mais feliz da minha vida. Sabem por que? Porque vocês representam grandes despesas”. Dizendo isso, é óbvio que ele só desmotivava seus ouvintes.
Mas, o desejo daquele diretor não está tão longe da realidade. Pelo contrário, cada vez mais as empresas estão restringindo sua força de vendas a determinados segmentos de produtos, serviços e ações especificas. O que não significa, de modo algum, a extinção da “raça de vendedores”, e sim uma importante redução no número de profissionais atuando na área.
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O olhar do investidor
Observando os aspectos que o investidor valoriza ao avaliar ideias de empreendimento
Marcos Hashimoto é coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.

Marcos Hashimoto. Foto: Divulgação
Estive recentemente no Global Moot Corp, a maior competição mundial de planos de negócios entre alunos de MBA do mundo, que ocorre há 27 anos na Universidade do Texas, em Austin, nos EUA. Observei os seguintes aspectos que o investidor valoriza ao avaliar ideias de empreendimento:
O modelo de negócio deve estar bem definido. Você pode ter um produto inovador, consumidores ansiosos para comprá-lo, capacidade técnica; mas se não conseguir demonstrar como atingir esse mercado, ninguém vai investir em você. Não pode haver pontas soltas. O investidor quer ter a segurança de que a lógica do empreendimento como um todo funciona bem. O grande desafio é conseguir dominar toda a diversidade de aspectos de um novo negócio e apresentá-lo em apenas 15 minutos.


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